
Quem não renuncia ao cargo é Paulo Sérgio que continua a acreditar na sua capacidade para inverter a situação. Por sair o presidente, não significa que saia o treinador, mas é óbvio que Paulo Sérgio também faz parte do problema pela sua falta de competência para treinador de um clube grande. Os jogos e os resultados do Sporting mais parecem os desempenhos de um Paços de Ferreira ou Vitória de Guimarães, com todo o respeito que estas equipas me merecem.
No entanto, quase de certeza que a sucessão no Sporting irá demitir esta equipa técnica, tal como espero que limpe a restante estrutura directiva e organize um projecto novo e futurista para um Sporting com identidade e consistente.
Para tal, é preciso uma renovação de figuras no seio leonino, abdicando de qualquer figura da linha Roquetista recente, e que possa apresentar um projecto baseado nos talentos naturais do clube como a sua formação, melhorada no trabalho de prospecção do clube e de preferência com verdadeiros sportinguistas.
Espero que o combate saudável de listas eleitorais seja recheado de ideias e figuras credíveis, lançando o repto para que surja um nome da lista opositora blogosférica de Bettencourt. Seria importante agora perceber as ideias desta oposição para um Sporting melhor!
Bem-vindos ao ano zero!