domingo, 25 de setembro de 2011

O Sporting está de volta!

Para a entrada de uma nova época assumi como primeiro objectivo para o Sporting que regressasse o bom futebol que já não via desde o tempo do futebol ofensivo do Peseiro e a espaços no tempo do Paulo Bento. Para isso, alertei há vários meses que seria preciso paciência para com um treinador de qualidade e jogadores com valor construirmos uma equipa capaz de devolver a alegria aos sportinguistas.

Mais do que o título, seria preciso devolver uma atitude competitiva e regular em Alvalade, com um futebol vistoso e uma organização que pudesse mobilizar as hostes leoninas.

Felizmente, os resultados apareceram em circunstâncias delicadas e ontem aliámos os resultados às exibições. Há muito que não via um Sporting a jogar um futebol total, com pressão alta, velocidade estonteante com e sem bola, passes ao primeiro-segundo toque durante largo período de tempo e golos muito bonitos.

Mas tal como após o jogo com o Valência não somos os piores, também não somos os melhores e precisamos de manter a cumplicidade com esta equipa nos bons e maus momentos. Temos que acreditar porque já mostrámos que existe qualidade. E o trabalho fará o resto! E neste aspecto, julgo que precisamos de melhorar os índices defensivos, para equilibrar-se com a constância ofensiva. A consistência surgirá!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Domingos (e muita Paciência)!

Na campanha eleitoral, e quando alguns candidatos apontavam o nome de Domingos para treinador para o Sporting achei um erro tremendo e não seria o meu escolhido. Na altura defendia um treinador estrangeiro de inegável qualidade porque na altura não haveria um treinador português, disponível e de qualidade acima da média que pudesse evitar a sua destruição pela máquina da oposição sportinguista e da comunicação social totalmente anti-Sporting. O escolhido seria, por antecipação, o técnico Domingos Paciência que atravessava uma fase periclitante no Sporting de Braga, vinha da linha portista com forte tradição na prioridade ao clube do seu coração e era talhado no futebol pragmático mas pouco espectacular.

Os meses foram passando e Domingos fez o inédito! Bateu-se até ao fim por mais uma classificação no pódio do futebol português enquanto fazia um "figurão" entre os grandes da Europa, chegando à final da Liga Europa e neutralizando grande parte do jogo portista com um lote de jogadores medianos e que apenas têm lugar numa equipa grande que funcione realmente como equipa. Custódio, Kaká e Miguel Garcia são disso exemplo.

Hoje confirma-se o nome de Domingos para próximo treinador do Sporting, numa aposta clara de futuro e numa grande jogada de antecipação da nova estrutura do futebol do Sporting, sendo o treinador com melhor currículo na transição de um clube mediano em Portugal para um clube grande, nos últimos anos, e mesmo sem qualquer título. Jorge Jesus e André Villas-Boas tiveram mais a provar que Domingos terá no Sporting!

Continuo a ter algum receio mesmo assim no estilo de jogo premeditado por Domingos para o meu Sporting, esperando que o tacticismo à italiana seja apenas resultado do lote de jogadores medianos que teve à disposição em Leiria, Coimbra e Braga, fazendo um apelo à nova direcção para a construção de um plantel à medida do seu novo treinador.

E depois? Depois peço Paciência, porque uma das maiores causas do insucesso do Sporting passa pelo constante clima de oposição interna de época para época e de direcção para direcção. Vamos todos apoiar o projecto do novo treinador, independentemente dos primeiros revés, porque Domingos veio para triunfar!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Chega de incompetência!

Um estádio bem composto, fruto de uma nova política de comunicação e marketing que saúdo numa perspectiva de maior mobilização de adeptos e associados que tem resultado. Hoje em dia fala-se mais de Sporting, abrem-se mais vezes as barreiras entre o clube e os associados, actualiza-se mais vezes a informação via clube em detrimento da comunicação social e criam-se iniciativas que colocam em causa o bom nome do clube e a merecida homenagem aos seus associados.

No entanto, a equipa de futebol continua na mesma, uma verdadeira lástima, contrariando a ideia de que bastaria apenas o maior apoio e carinho dos associados para o regresso às vitórias. Os associados juntaram-se nos últimos jogos em casa e o resultado foi mais do mesmo. E ontem com o Vitória de Setúbal, uma das equipas em risco de descida de escalão, despedimo-nos de Alvalade com mais uma derrota e uma exibição pobre, motivando um grito de revolta perante a tamanha falta de qualidade e atitude do plantel.

Há jogadores que merecem de facto o quarto lugar e regressar de férias mais cedo como castigo por uma época em ponto-morto, porque de descanso estão eles cansados. O Sporting merece mais e estes jogadores apenas só têm mais uma oportunidade para se redimirem e sairem de cabeça levantada: vitória em Braga!

Depois, a palavra de Duque, o cheque e a vassourada...

domingo, 1 de maio de 2011

Exige-se Respeito!

Até posso concordar que o João Pereira foi bem expulso, porque não é legítimo ofender o árbitro, no entanto não posso concordar com jogadores de equipas rivais com o mesmo tipo de atitude ou mesmo piores, chegando a roçar a barba na cara dos árbitros e passarem sem qualquer tipo de sanção. A lei quando foi feita é para todos e apenas peço coerência e um critério uniforme para todos os clubes. Um Sporting forte depende desta premissa, portanto não devemos calar a nossa revolta e assim defenderemos os interesses do Sporting contra os interesses instalados do sistema. Só assim podemos devolver o Sporting aos títulos e ao lugar que merece!

terça-feira, 29 de março de 2011

Mais uma inconformidade!

Independentemente do presidente eleito, urge clarificar estas situações e mostrar um Sporting credível com uma organização merecedora. Como diz o Inácio, "o Sporting precisa de estabilidade mas também de verdade".

segunda-feira, 28 de março de 2011

Estatutos, Suspeição e a Fragilização do Sporting

Julgo que é claro para todos, e agora ainda mais, que os estatutos do Sporting estão ultrapassados e que a sua alteração deverá ser uma das primeiras medidas a tomar. Bruno de Carvalho já tinha aludido para tal facto antes das eleições, anunciando-a como uma das suas primeiras posições na liderança do Sporting. Em democracia, o meu voto como cidadão tem o mesmo valor que o voto de um cidadão com o triplo da minha idade e apesar de concordar que se possa estabelecer uma diferença entre os associados de um clube, nunca poderá atingir valores tão díspares como de 25 para 1, senão estaremos sempre ligados ao conservadorismo e ao conflito geracional. Depois, a centralização do acto eleitoral e o método de contagem dos votos é tão provinciano que espelha mais uma vez a péssima linha de continuidade que temos vindo a assistir nos últimos 15 anos. Ainda de referir que, para bem do Sporting, um candidato, tal como um Presidente da República, só deveria ser eleito por maioria absoluta num claro e inequívoco sentido de voto dos seus associados, originando as voltas que fossem necessárias para uma vitória maioritária e unificadora. A questão dos estatutos ganha maior relevância quando há uma vitória reduzidíssima de um candidato sem qualquer tipo de maioria, numa eleição por cabeça de voto.


Além da fragilidade eleitoral, há uma clara suspeição sobre os resultados eleitorais. Senão, como se explica que todas as sondagens antes e durante as eleições davam uma clara vantagem a Bruno de Carvalho e apenas em cinco minutos se dá um volte-face? Porque razão Rogério Alves, membro da aparente lista derrotada, assumiu a vitória de Bruno de Carvalho pessoalmente e em público? E o polémico Eduardo Barroso poderia alguma vez ter ganho como elo mais fraco da sua candidatura sem a vitória do seu presidente? E a incongruência do número de votos finais? A verdade até pode ser a maior legalidade desta eleição, mas uma coisa é certa, há uma enorme suspeição sobre a manipulação dos resultados e contra isso o Sporting deve reagir com medidas totalmente esclarecedoras. Um novo acto eleitoral iria devolver a transparência e fortalecer a estrutura que está mais do que dependente de um futuro imediato e próspero, sem bolas na barra e com tiros certeiros.


Para aqueles que votaram em Godinho Lopes, e aparentemente atribuíram mais uma vitória à continuidade, peço para assumirem as vossas responsabilidades num Sporting fragilizado, endividado e dependente da Banca, distante competitivamente dos seus rivais, separado emocionalmente dos seus adeptos e associados e sem valores e princípios respeitadores do meu sportinguismo.


Quero um “Sporting Unido” mas esta união não é cega e não pode ser vivida a todo o custo. Não me revejo minimamente numa cultura sportinguista da continuidade derrotista e elitista, porque quero um Sporting sem Complexos, muito menos com minorias eleitorais de um presidente, porque o Sporting Somos Todos Nós e a maioria elege a mudança!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Bruno de Carvalho, obviamente!



A poucas horas de fechar a campanha eleitoral acho que foi uma campanha medíocre e sem confronto de ideias dignos dos imensos debates realizados.

O único candidato que apresentou desde cedo e de forma única e bem estrutura um projecto detalhado e mobilizador, capaz de ser escrutinado por todos os sócios durante o seu mandato é o candidato Bruno de Carvalho.

Os restantes apresentaram um conjunto vago de ideias mal explicadas e outras divulgadas aos poucos durante a campanha em colagem óbvia ao projecto de Bruno de Carvalho. O seu a seu direito! E assim não se discutiu o Sporting, não se debateu os problemas de fundo do clube leonino e apenas existiu a apresentação de um projecto e a sua tentativa de descredebilização.

Mais do que uma campanha eleitoral, Bruno de Carvalho mostrou uma filosofia de vida e de sportinguismo que particularmente me identifico no presente e ambiciono crescentemente no futuro. Como homem, parece-me ser uma pessoa humilde, capaz de perder horas de sono para estar com os seus ilustres desconhecidos/apoiantes nas redes sociais, inteligente, com um discurso maduro, mobilizador e irónico q.b. em defesa dos seus interesses pessoais e de sportinguismo, e acima de tudo um jovem ambicioso que mostra aos sportinguistas e ao país que mais do que “à rasca” pode ser desenrascado e mostrar o empreendedorismo que falta ao país e ao Sporting. À ambição junta o projecto, ao projecto junta as pessoas credíveis e às promessas realiza as suas confirmações. Já é uma referência de muitos sportinguistas e acredito que amanhã vota-se Bruno de Carvalho como uma referência no dirigismo português, que o tempo confirmará tal e qual como as suas promessas.

Como adepto, sócio e candidato sportinguista, Bruno de Carvalho foi o único que apresentou um projecto para o futuro do Sporting, revela um grande domínio de todas as questões leoninas, rodeou-se de gente credível e renovada, apresentou pessoalmente o resultado do seu trabalho, foi o único que trouxe a mais-valia de uma parceria externa para o investimento no futebol e fortalecimento na renegociação da dívida com a banca, mostrou coerência na apresentação do seu treinador com o perfil desejado na área da formação e da aposta num futebol ofensivo e atractivo, foi o alvo preferencial da campanha suja dos outros candidatos com argumentos tão rudes como inválidos e foi sujeito a uma campanha tendenciosa da comunicação social que, apoiada pelas agências de outras candidaturas e pelo seu anti-sportinguismo, desvalorizou esta candidatura e elegeu a candidatura da continuidade (Lista de Godinho Lopes) como a sua preferida. A maior prova disso passa pelas inexplicáveis capas do jornal A Bola em alusão ao Sporting e à candidatura de Godinho Lopes. O Record também ajudou, pois cada dia tinha uma entrevista exclusiva com um membro da lista de Godinho Lopes. O Jogo não podia ficar de fora e anunciou jogadores a custo zero e de qualidade duvidosa (Mateus, Sougou e Rodriguez), de imediato desmentidos por Bruno de Carvalho. Há medo na comunicação social e nos bastidores do futebol que o próximo presidente do Sporting seja Bruno de Carvalho, pois este poderá ser o único que evite a bipolarização do futebol português a Benfica e FC Porto, com as consequentes mais-valias financeiras para ambos.

Se por ventura os sócios ainda não estiverem esclarecidos, aconselho-vos a assistirem à sessão de esclarecimento de Bruno de Carvalho e a perceberam a razão para não votar nas listas abaixo.

Godinho Lopes representa a continuidade da derrota, o regresso dos sacos de jogadores de qualidade duvidosa, o despesismo, o aumento do endividamento, a dependência da Banca para os seus investimentos, o discurso pobre, desmoralizador e repetitivo, a falta de respeito pelos sportinguistas, os “jobs for the boys”, o afastamento dos adeptos e associados e a cultura de derrota. Os sportinguistas são inteligentes e nunca poderão aceitar a mudança com o voto nesta lista, pois continuarão a aceitar a dinâmica do fracasso e a chacota dos rivais até ao declive final do clube. Serei sempre sportinguista, mas admito que se por acaso (eu não acredito!) a candidatura de Godinho Lopes vencer, serei um sportinguista realmente menos convicto, menos identificado com os valores do meu clube e incrédulo com a opção vergonhosa para os destinos do meu grande Sporting. Cada um terá o Sporting que merece, mas não me incluam no falhanço das vossas opções pela continuidade!

Pedro Baltazar diz-se da ruptura mas sem projecto detalhado, nem soluções válidas para a situação financeira do clube, dedica-se a fazer cócegas à candidatura da continuidade e a opor-se de forma suja e ridícula à lista de mudança mais válida, a lista de Bruno de Carvalho. Não chega, muito pouco e sem os valores que exijo na minha vida e no meu Sporting.

Dias Ferreira é de certeza um grande sportinguista, não tenho dúvidas, mas falta-lhe projecto e rodeou-se de um director para o futebol que antes de poder ser director já é criticado tanto pelo silêncio da sua campanha como pelas poucas palavras que proferiu. Seria apenas mais um motivo de chacota! E sem projecto é fácil criticar o projecto dos outros, mesmo que isso seja pouco mais do que areia para cima dos olhos dos sócios.

Abrantes Mendes é o candidato mais sóbrio da campanha e sportinguista que tresanda. Mas faz-me lembrar os dirigentes do PCP ou BE que nasceram apenas para a oposição, e não concluem os seus projectos, valendo-se apenas do seu discurso da credibilidade e confiança. Seria um excelente elemento do Conselho Leonino!

Portanto, não há dúvidas, amanhã é dia de final da Champions em Alvalade para votar na Lista C de Coerência, de Coragem, de Combatividade, de Campeões, de Carvalho, na lista de BRUNO DE CARVALHO. Viva o Sporting!