quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A queda do triângulo!

A saída de Costinha é a dissolução de mais um vértice na estrutura tripartida da queda do Sporting, para Alfredo Barroso denominada de "Triângulo das Bermudas".


José Eduardo Bettencourt abandonou o barco há umas semanas e Costinha sai pela porta pequena após declarações incompreensíveis sobre a estrutura interna do Sporting na praça pública.

Falta o último vértice do triângulo, o treinador Paulo Sérgio, mas a partir do momento em que estão marcadas as eleições, nunca seria uma saída urgente. No dia 26 de Março espero que cesse as suas funções no Sporting e entretanto escolha-se o melhor treinador possível para dirigir um projecto de sucesso para o Sporting e iniciar funções no dia seguinte ao acto eleitoral. É necessário valorizar a imagem do Sporting ainda nesta época e preparar da melhor forma as épocas seguintes e para isso nada melhor do que ter esse líder a curto prazo.

Que nomes sugerem?

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

“A Solução Blogosférica”

Muito se fala que mais do que dinheiro e fundos hipotéticos, a importância deste acto eleitoral passa pela discussão de um projecto capaz e mobilizador de todos os sportinguistas.

A proposta que faço aos autores blogosféricos leoninos é constituída por um projecto com dez mandamentos essenciais para a regeneração necessária do nosso clube, sendo que cada um dos mandamentos será anunciado pelo autor escolhido pelo autor anterior.

No final, o projecto deverá ser enviado para o blogue inicial “Sporting Unido” (http://sportingunido.blogspot.com) para a divulgação do resultado final.

A Solução Blogosférica:

1 – Apostar na identidade leonina da formação que caracteriza o Sporting, complementada pela maturidade competitiva e irrefutável que os investimentos no futebol deverão acrescentar.

Lista de Participantes:

1 – Gonçalo Cardoso (Sporting Unido)
2 –
3 –
4 –
5 –
6 –
7 –
8 –
9 –
10 –

Passo o seguinte desafio à Leoa Assanhada.

A calimerização de Costinha!

Segui atentamente a entrevista de Costinha ontem à noite na Sportv que veio acrescentar tanto como aquilo que este dirigiente tem feito no Sporting, ou seja, nada. Aliás, esta foi uma das frases que marcou pela negativa a entrevista de Costinha, numa alusão ao trabalho recente de José Couceiro. Com uma frase, Costinha mostra a incapacidade de José Couceiro e, mais gravemente, sublinha a sua incompetência por não conseguir resolver os problemas que o Sporting apresenta. Ainda por cima assume ganhar cinco mil euros, frisando que é um vencimento bruto, como se o facto de ser bruto aligeira a sua remuneração mensal. Para fazer "nada" já é um exagero remuneratório, quando eu no meu trabalho ganho muito menos para conseguir resolver problemas...

Numa perspectiva global, a saída de Liedson e a falta de comunicação com o director Costinha só prova a total desgovernação que existe no seio leonino, mostrando mais uma vez que a actual direcção foi um dos maiores erros de casting dos últimos tempos, ou mesmo de sempre...

Não gostei da calimerização de Costinha e, por momentos, senti que este poderia estar a criar oposição interna para ingressar numa nova lista eleitoral de forma a manter o seu cargo e alimentar o seu amor ao Sporting. Para o Sporting não basta amor, é preciso competência...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Nunca mais é Sábado (26 de Março)!

Passámos dois mercados de transferências e em cada um deles o treinador leonino exige um avançado de características diferentes “tipo pinheiro” para juntar aos presentes. Mais de meio ano não chega para encontrar uma solução e a solução que se encontra passa por emprestar Pongolle e vender Liedson sem qualquer alternativa para a linha avançada. Se o avançado francês não mostrava qualidade para vingar na equipa, Liedson continuava a ser um activo importante e possivelmente o único avançado capaz de amedrontar as defesas adversárias. O seu passe é miseravelmente oferecido e o presente passa por avançados de qualidade questionável, irrregulares e com grande tendência para a lesão física.

Esta é sem dúvida umas das piores direcções que o Sporting teve e desejam-se cada vez mais novos dirigentes eleitos no próximo dia 26 de Março. Haverá de certeza alguma lista com origens na actual linha directiva, mas apenas merece um chumbo rotundo no acto eleitoral.

Exige-se sangue novo e um projecto capaz!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O Ano Zero do Sporting

Há várias semanas que o ciclo de Bettencourt no Sporting já tinha terminado, no entanto a surpresa surgiu com a sua demissão após mais uma derrota em casa, possivelmente por ter perdido tudo o que tinha para conquistar de relevante esta época. Após a perda do título, o segundo lugar tornou-se impossível e Bettencourt renunciou ao cargo.

Quem não renuncia ao cargo é Paulo Sérgio que continua a acreditar na sua capacidade para inverter a situação. Por sair o presidente, não significa que saia o treinador, mas é óbvio que Paulo Sérgio também faz parte do problema pela sua falta de competência para treinador de um clube grande. Os jogos e os resultados do Sporting mais parecem os desempenhos de um Paços de Ferreira ou Vitória de Guimarães, com todo o respeito que estas equipas me merecem.

No entanto, quase de certeza que a sucessão no Sporting irá demitir esta equipa técnica, tal como espero que limpe a restante estrutura directiva e organize um projecto novo e futurista para um Sporting com identidade e consistente.

Para tal, é preciso uma renovação de figuras no seio leonino, abdicando de qualquer figura da linha Roquetista recente, e que possa apresentar um projecto baseado nos talentos naturais do clube como a sua formação, melhorada no trabalho de prospecção do clube e de preferência com verdadeiros sportinguistas.

Espero que o combate saudável de listas eleitorais seja recheado de ideias e figuras credíveis, lançando o repto para que surja um nome da lista opositora blogosférica de Bettencourt. Seria importante agora perceber as ideias desta oposição para um Sporting melhor!

Bem-vindos ao ano zero!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Lições de 2010!

?Julgo que esta época de férias desportivas natalícias em Portugal não sejam utilizadas como tempo unicamente de descanso, mas que haja uma reflexão profunda sobre os defeitos do futebol português, nomeadamente esta pausa desportiva. Numa altura em que o dinheiro não abunda nos clubes de futebol, é incrível como se continuam a pagar investimentos sem retorno desportivo numa época em que não há jogos, e muito menos se aproveita a estadia dos emigrantes no país natal.

No caso do Sporting, espero que aproveite para analisar o ano de 2010 e perceber o grande número de entradas e saídas na equipa directiva e técnica, e o número de jogadores excedentários que continuam sem colocação ou sem qualidade no plantel. O presidente continua achar que tem condições para liderar o projecto do clube, mas continuo sem entender o projecto ou tenho mesmo dúvidas que ele exista.

Não preciso de ser bruxo para perceber que este será o último ano da presidência de Bettencourt e assim aguardo por uma candidatura de ruptura e capaz de liderar um projecto com a identidade leonina.

Enfim, mais um ano para os rivais. Até quando?

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

José Eduardo (apenas)

Desta vez não emitirei opiniões sobre o outro José Eduardo, apenas darei a minha opinião sobre o ex-comentador da RTP e grande sportinguista José Eduardo.

Sempre gostei das suas opiniões e clarividência, analisa os factos com objectividade e sabedoria e tem talento na comunicação com o público. Prova disso está na entrevista que deu hoje à Rádio Renascença, mostrando determinação, inteligência e solidariedade na resolução dos problemas actuais do Sporting, estando disponível para abraçar diversas opiniões para criar a “Identidade Sporting”.

Há umas semanas atrás, na altura do fim de ciclo desta direcção, sugeri a criação de projectos alternativos e consistentes para o clube leonino e José Eduardo torna-se assim no primeiro rosto da mudança.

Por um Sporting Unido, lanço desde já a minha disponibilidade para contribuir de alguma forma por este novo projecto e sugerir a mais sportinguistas para que voltem a “Pensar Sporting” com o espírito de vitória, construtividade e regularidade.